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Garuva (SC)

Monte Crista no inverno

Em Garuva (SC), o inverno é a estação de subir a montanha. O ar fica mais fresco, o tempo seca, e de manhã cedo os bugios se chamam de um lado a outro do vale. De noite, o programa é a fogueira.

A montanha

É a estação que a casa indica para subir o Monte Crista

Quem pergunta quando subir ouve a mesma resposta: no inverno. São três razões.

  • O ar mais fresco pesa menos no esforço da subida.
  • As cobras estão recolhidas nas tocas.
  • O tempo é mais seco.

A regra da chuva continua valendo: com chuva, ou com previsão de chuva, não se sobe. Quem está hospedado sai por um caminho que começa no terreno e encontra a trilha principal cerca de 1 km adiante, com o condutor parceiro da casa. A casa acompanha a previsão para quem está aqui.

A mata

No frio, a mata acorda falando

São 13 hectares de Mata Atlântica em volta da casa. No inverno o vale fica mais quieto de manhã, e é aí que se ouve longe.

  • Bugio. Ouvido mais no frio, de manhã cedo. Um grupo chama de um lado do vale, outro responde do outro, e o som bate no granito da montanha.
  • Tangará. De dois a oito machos no mesmo galho, saltando um depois do outro, enquanto a fêmea, verde-oliva, assiste.
  • Gaturamo. Nos meses frios perde a timidez e chega perto da pousada para comer fruta.
  • Na lagoa. A pata do mato passa com a fila de filhotes atrás.
  • À noite. Sapo-cururu e perereca no coro que sobe da mata, e morcegos de fruta passando rente, perto das frutíferas, sem encostar em ninguém.

O rio e o fogo

A água esfria, mas o dia de sol ainda chama

O Três Barras atravessa o terreno, com poços para banho no caminho. No inverno a temperatura cai um pouco; em dia de sol, o rio continua convidando. De noite, o programa muda de lugar: a casa empresta o kit fogueira sem custo, pedido com 7 dias de antecedência.

O que perguntam antes de vir

Frio não quer dizer sem mosquito

Maruim, borrachudo e pernilongo seguem o calor da semana, não o calendário. Semana fria, quase não se vê; semana quente no meio do inverno, eles voltam. No campo aberto é mais o borrachudo; dentro da mata, o pernilongo.

Leve repelente mesmo no inverno. Andressa · avaliação no Google

Na mala

O que levar entre junho e setembro

  • Roupa de frio: calça, casaco, moletom. À noite ela também protege dos pernilongos.
  • Repelente, pelo que está escrito acima.
  • Roupa de banho e sapatilha, para o dia de sol no rio. O leito tem bastante pedrinha.
  • Calçado de trilha, se a ideia for subir a montanha.
  • Lanterna. Não há iluminação externa.
  • Garrafinha. A água vem da nascente da montanha, inclusive a da torneira.

A casa

Cinco chalés, quatro refeições e o restante do dia é seu

Cinco chalés de madeira, para até 3 pessoas, com banheiro privativo. Café às 8h, almoço às 13h, café da tarde às 16h, jantar às 19h, com cozinha ovolactovegetariana. A casa abre o ano todo, sempre com reserva; no sábado e no domingo também tem day use.

Ver os chalés Como chegar

Encontro da estação

O Encontro de Inverno

É o mais quieto dos encontros do Construindo o Mundo que Queremos, um a cada estação. Em edições anteriores teve fogueira, roda de conversa, danças circulares, ritual com cacau, escrita e vivências com os Guarani, vizinhos de Monte Crista. O jantar de sexta é onde o encontro começa de verdade.

O próximo já tem data: de 25 a 27 de junho de 2027. As inscrições abrem em breve.

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O que vai acontecer

Outras vivências no inverno

Nenhuma data aberta no inverno ainda. Veja a agenda completa.

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