Antes de chegar

O que saber antes
de subir a estrada

Somos zona rural, a 3,5 km de estrada de terra da BR-101. Algumas coisas aqui funcionam diferente do que você espera — e é melhor saber antes de fechar a mala.

Check-in
a partir das 16h
Caminho
BR-101, km 14, mais 3,5 km de chão
Sinal de celular
Não tem. Avise quem precisa saber.

Primeiro

A chegada

Como chegar
A entrada fica entre o km 14 e o km 15 da BR-101, perto da balança de Garuva: uma estrada de terra com um obelisco amarelo na boca. Dali são 3,5 km até a portaria.
Abrir a rota no mapa
Check-in
A partir das 16h.
A chave do quarto
É uma por quarto, entregue na recepção a você ou a quem divide o quarto com você. Ela volta para a recepção no check-out.

Quatro por dia

As refeições

A cozinha é ovolactovegetariana
Leva ovo e leite, não leva carne. O leite, a ricota, a mandioca e os doces vêm dos vizinhos da região.
Fora dos horários
O balcão do refeitório fica posto o tempo todo com café, chá, frutas e bolachas. O fogão também, com ovos e tapioca.
Dietas
Sempre há opção sem glúten e sem lactose. Se a sua dieta for restritiva, avise antes ou traga seus alimentos — desde que dentro da linha vegetariana da casa.
A louça
Há duas pias de apoio para quem quiser lavar a própria. Ajuda as meninas da cozinha, mas não é obrigatório: pode deixar na bancada.

Onde você dorme

O quarto

Simples e confortável: cama, cabides e prateleiras para pendurar roupa, ventilador, roupa de cama, travesseiro, cobertor e toalha de banho.

Se puder, traga uma toalha extra — a do quarto não é a melhor companhia para o rio.

Como a casa funciona

A casa

Som até as 22h
As atividades encerram às 22h. O canto dos pássaros e o rio já fazem barulho suficiente à noite, e instrumento tocado tarde vira serra elétrica para quem está tentando dormir.
Água
Vem da nascente da montanha, é potável e abundante — inclusive nas torneiras dos banheiros. Traga uma garrafinha e use.
Papel higiênico não vai no vaso
O esgoto da casa é tratado por uma zona de raízes de junquilho, e a água volta limpa para o rio Três Barras. Papel no vaso entope e atrapalha o trabalho das plantas.
Não há iluminação externa
Traga lanterna para circular à noite.
Internet e telefone
Não há sinal de celular: estamos longe das torres. O wi-fi existe, é instável, e rende mais se ficar para o inadiável. Rede Espaço de Vivências, senha montecrista.
Tomadas em 220V
É a voltagem de toda a casa.
Pagamentos
Dinheiro ou PIX. Não temos maquininha de cartão.
Não servimos álcool
E pedimos que não traga nenhum tipo de bebida alcoólica.
Sem pets
Convivemos com lagarto, cobra caninana, macaco, quati, graxaim, tatu, tamanduá, jaguatirica, pato selvagem, saracura, aracuã. Cachorro e gato desorganizam esse arranjo, então não recebemos animais domésticos.
Reciclagem
Ao lado do refeitório há lixeiras para recicláveis. Pode deixar ali o que trouxer.
Biblioteca circulante
Leve quantos quiser, traga quantos puder.
A lojinha
Vende sabonete, escova e pasta de dente, desodorante e repelente — para o que você esquecer. A cidade fica longe.

O que trazer

A mala

Chove bastante aqui, e o rio atravessa o terreno. Estas são as coisas que fazem falta quando faltam.

Não traga bebida alcoólica nem drogas.

Nos salões de vivência ninguém entra calçado — o chinelo resolve.

Se quiser

A aldeia Yy Akã Porã

Somos padrinhos da aldeia, e o pessoal de lá está sempre por aqui. Quem puder trazer, eles agradecem: um quilo de alimento não perecível — arroz, feijão, farinha, erva-mate, açúcar, óleo — ou roupas e agasalhos.

A aldeia no Instagram